Algumas curiosidades
Antes de criar este blogue sobre as minhas memórias públicas habituei-me a registar no telemóvel algumas curiosidades que ia lendo e ouvindo. Mas essa memória é volátil por falta de espaço e perdi muitas informações fiáveis que contrariam algumas opiniões maioritárias e outras curiosidades pitorescas e frases lapidares da actualidade e de outras épocas. Umas mais interessantes que outras.
Eis as que sobraram:
1 - O Ministro da Cultura francês avisou as direcções de diversos Teatros de Ópera de várias regiões de França que planeavam exibir a obra de Bizet, Carmen, que não estavam autorizados a transmitir nesses espectáculos qualquer cenário com fumo, cigarros e cigarreiras.
Existia nesta ópera uma personagem, Carmen, que era uma vendedora ambulante de cigarros. O puritanismo políticamente correcto deve ter posto a senhora a vender queijadinhas.
(informação colhida no Público em Março ou Abril de 2007)
2 - Em 1948 (data da criação do Estado de Israel) viviam nos países árabes mais de 800.000 judeus. Agora não chegam a 8 mil. Israel absorveu-os. Foram inicialmente refugiados mas foram sendo integrados. Os refugiados palestinianos vão crescendo desde aquela data e nunca são absorvidos, proliferam. A comunidade internacional alimenta-os com subsídios.
(informação colhida no Público - Esther Mucznick)
Nota minha: Ninguém quer sair da mama e a mama vai crescendo e está descaída. Ensinem-nos a pescar não lhes dêem peixe nem mama.
3 - «... Exalta-se as vítimas como forma de nos redimirmos da nossa má consciência que resulta dos nossos sentimentos de culpa. Vítimas são os pobres, os escravisados, os colonizados, os oprimidos. E deles, militantemente, nos compadecemos. ... »
(frase de Esther Mucznick-Público)
4 - «... Detecto, com repugnância, o eco histérico dos profissionais da indignação, a quem os jornais e as televisões pagam para rugir ritualmente, a horas marcadas, contra a "corrupção" e as "poucas vergonhas. ..."»
(frase de Rui Ramos-Atlântico)
5 - «Os lugares mais sombrios do inferno estão reservados para aqueles que mantêm a neutralidade em tempos de crise moral.»
(frase de Dante Alighieri-Especialista em Infernos)
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